sexta-feira, 7 de março de 2014

A maldição dos 18

Quem sabe se de flor não for meu nome
ele não te desconserte, te deixe insone
Quem sabe a suposta flor do meu nome
não te persegue ou te abandone

Eu sei que na cor do meu homem
Eu vejo o brilho da lua
E quem beijo talvez não se engane
ao me querer pra si
ao me desejar tão nua

Meus olhos desmontam suas frases
E tiram toda e qualquer compostura
enquanto eu jamais me calo
jamais me canso
enquanto não sou sua. 

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